Fechar

NOVIDADES POR EMAIL

Mantenha-se atualizado com as novidades publicadas no site.

Todos os dias são incluídos novos sermões, clipes, artigos teológicos, notícias, entrevistas, debates, materiais para evangelização e diversos outros conteúdos para edificação.

Cadastre seu email e receba gratuitamente as atualizações todos os dias.

Despe-nos, Senhor

despe ROGO-VOS, pois, irmãos, pela compaixão de Deus, que apresenteis os vossos corpos em sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional. E não sede conformados com este mundo, mas sede transformados pela renovação do vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus. (Rm 12.1-2)
 

O texto inicia com um termo militar, "rogo-vos". Utilizado em campanhas militares para o último encorajamento antes da batalha. Tenta despertar-nos a índole guerreira. Mas não nos mantém em campos de batalha, não apela aos nossos brios, às habilidades intrínsecas de cada um, não clama por idéias de conquista, nem pela vantagem do despojo.

Não, aos guerreiros apela pelas misericórdias de Deus. Ah! As misericórdias de Deus. Preservando a fibra de guerreiros, traz à lembrança baluarte da gratidão do santo: as misericórdias de Deus.

O texto inicia com um termo militar, rogo-vos. Utilizado em campanhas militares para o último encorajamento antes da batalha. Tenta despertar-nos a índole guerreira. Mas não nos mantém em campos de batalha, não apela aos nossos brios, às habilidades intrínsecas de cada um, não clama por idéias de conquista. Não, aos guerreiros apela pelas misericórdias de Deus. Ah! As misericórdias de Deus. Preservando a fibra de guerreiros, traz-nos à lembrança o baluarte da gratidão do santo: as misericórdias de Deus. Outrora, guerreiros da morte, com aljavas repletas de dardos inflamados, a espreita, esperávamos uma oportunidade para desferirmos a ira insana contra tudo que se chamava Deus. Como O rejeitávamos. Agora, esta lembrança aprofunda o mistério, alarga Seu amor. Ela que perpassa a alma chega ao mais profundo da consciência dos santos, resgata a clareza da razão. Aquele bendito dia, quando o TODO PODEROSO com sua destra nos retirou do lodaçal de pecados, nos ergueu, fazendo-nos assentar em lugares celestiais em Cristo. Ah! As misericórdias de Deus. E a cada manhã, o Senhor as renova, com ela calcaremos a vontade inquieta, é o grito de guerra dos santos guerreiros. Mas, os olhos guerreiros transbordam. A gratidão inominável e a bondade impossível trazem as lágrimas da incompreensão – bendita incompreensão. Quem somos nós para que nos visite? Tu, Senhor, és o Deus de eternidade a eternidade. Pois, segundo a Tua vontade, operas com o exército do céu e os moradores da terra.

E nos conduz com a proposta “posto de lado”, pronto para o sacrifício. O que é nossa vontade, senão a gratidão manifestada? Ela que conduz o guerreiro rumo ao altar. A valentia serena para a lâmina que nos imolará, que ceifará nossas vidas. Oferta viva, santa e agradável ao Senhor.

A oferta com a mente despida dos prazeres mundanos, dos enganos e dos encantos falazes, da sabedoria mais arguta, do coração mordaz, da vilania do pó desta terra. Sim! Chegaremos ao altar como oferta viva, santa e agradável a Deus.

Mas para que a valentia passiva da oferta? Para que a exortação última? O Senhor fala: Para que possamos experimentar a boa, agradável e perfeita vontade Dele. Sim, Senhor a tua misericórdia preenche toda nossa frágil vontade, mas abunda Senhor em tua graça e fortalece teus guerreiros para o que é perfeito, eterno e divino. Despe-nos do mundo, Senhor.

Ao Senhor honra, glória e louvor de eternidade a eternidade.